
Todo processo é, antes de ser papel e sentença, a história de um ser humano diante do Estado.

Somos a Diké Advocacia Penal®, escritório fundado em 2023, com a convicção de que o direito de defesa é um dos pilares civilizatórios mais essenciais à preservação da dignidade humana. Atuamos exclusivamente na seara penal, compreendendo que a liberdade, quando ameaçada pelo poder punitivo, exige técnica refinada, sensibilidade estratégica e absoluto compromisso com as garantias constitucionais.
Nossa atuação abrange os ramos penal clássico, tribunal do júri, crimes ambientais, tributários, cibernéticos e processo penal juvenil (Direito da Criança e do Adolescente), com enfoque na prevenção, gestão de riscos, defesa judicial e extrajudicial de pessoas físicas e jurídicas. Não concebemos o processo penal como mero embate formal, mas como território onde se confrontam versões, provas, reputações e destinos. Por isso, cultivamos uma advocacia rigorosa, combativa quando necessário, prudente quando estratégica e sempre ancorada em estudo técnico permanente.
Acreditamos na leitura humanizada do caso penal, sem perder de vista a complexidade normativa e jurisprudencial que rege o sistema de justiça criminal brasileiro. Atuamos não apenas para reagir ao litígio, mas para antecipar contingências, proteger direitos e construir narrativas jurídicas sólidas, capazes de resistir à volatilidade das acusações e ao peso das conjecturas sociais.
Assumimos cada causa com a consciência de que não defendemos apenas interesses, mas histórias, famílias, empresas, patrimônios morais, e, sobretudo, a presunção de inocência — cláusula pétrea que nos guia desde a concepção deste escritório.
Seja na tribuna do júri, em investigações complexas, ações penais de repercussão econômica ou em procedimentos sancionadores, nossa missão permanece una: oferecer defesa técnica de excelência, com ética, discrição, lealdade e profundo respeito às liberdades públicas.
Diké, na mitologia grega, era a personificação da justiça que se opõe aos excessos e às arbitrariedades. É sob esse símbolo que erguemos nossa prática jurídica.
Aqui, o direito de defesa não é promessa. É ofício.

